A depilação a laser, conhecida também como depilação definitiva, é um dos tratamentos mais desejados pelas mulheres.

Ela acaba com 100% dos pelos – até os mais grossos – de uma vez, exigindo poucos retoques ao longo da vida. Sem contar que pode ser feita em todas as regiões de corpo.

Hoje, o tratamento de depilação a laser está cada dia mais popular. Inclusive, novas máquinas de depilação têm chegado ao Brasil, permitindo que peles bronzeadas, morenas e negras também possam aderir a essa moda.

O laser é uma luz que emite energia para captar a melanina do pelo (elemento que dá cor a ele). Ao captá-la, a queima, destruindo o pelo pela raiz.

Engana-se quem pensa que o pelo cairá na própria sessão, com a aplicação do laser. Pelo contrário, após a aplicação, ele enrola, como se tivesse sido queimado, e cai cerca de 15 dias depois. O processo é um pouco dolorido, mas é uma dor momentânea – ninguém sai com dor da clínica, ela dura apenas no momento da aplicação.

Alguns, mais grossos, nascem mais finos, tendo que ter o laser reaplicado sobre eles na próxima sessão.

Atenção: durante o tratamento, a depilação só deve ser feita por lâmina, nunca por cera, para não interferir no folículo.

O nome remete à depilação definitiva por este ser um dos métodos mais duradouros. Porém, os pelos podem voltar a nascer com o tempo (após seis meses ou mais). Claro que nascerão bem mais fracos e fáceis de serem retirados.

Porém, para que o resultado seja satisfatório, são necessários, pelo menos, cinco sessões em cada região. Cada sessão deve ser feita com intervalo de um mês entre a anterior.

Durante esse tempo, é recomendado que a pessoa não tome sol, nem use cera quente ou fria para se depilar. Cremes depilatórios e lâmina estão liberados. Por isso, após o término de suas sessões, é indicado fazer a manutenção ou retoque, que consiste em uma sessão a cada seis meses.

 

 

Fonte: Georgia Machado